Transcrição da sessão

A fala do atendimento vira texto, e do texto sai um rascunho de evolução para você revisar. Só com autorização do paciente, e sem nenhum arquivo de áudio.

14 dias · sem cartão

Na rotina do consultório

O problema antes do software

A evolução da sessão é o registro que o CFP exige e o que o profissional mais atrasa. O motivo é conhecido: ela precisa ser escrita depois do atendimento, quando o próximo paciente já está na sala de espera, e escrever de memória três sessões à noite produz um registro pior que o de quem escreve na hora.

A saída de sempre é anotar durante a sessão. Funciona para o registro e cobra caro na clínica: quem escreve não olha, e o paciente percebe. Há abordagens em que isso é aceitável e há momentos em que é o oposto do que a sessão pede.

A tentação óbvia — gravar a sessão — é a pior de todas. Arquivo de áudio de atendimento psicológico é o dado mais sensível que um consultório pode produzir: vaza inteiro, não se anonimiza, e a existência dele muda o que o paciente se permite dizer.

Como funciona

O que o PsicologoFácil faz com isso

Réplica da transcrição da sessão no PsicologoFácil: a autorização do paciente registrada, o texto reconhecido da conversa e o rascunho de evolução gerado a partir dele, ainda por revisar. Não há gravação de áudio nem de vídeo.

  1. 01

    A autorização vem primeiro, e fica registrada

    A transcrição não liga sozinha. Ela começa quando você pede, e só depois de o paciente autorizar naquela sessão — a autorização é registrada com data e hora, na própria sessão, e fica no prontuário como qualquer outro registro.

    Sem autorização, nada acontece. Não é uma configuração que se marca uma vez e vale para sempre: é por sessão, porque o consentimento para registrar a fala de um atendimento não se dá em bloco.

  2. 02

    Não existe arquivo de áudio. Em nenhum ponto.

    A fala é convertida em texto e o áudio não é guardado — não há arquivo, não há botão que crie um, e não há tela onde ele possa ser baixado. Essa é a decisão central deste recurso, e ela é estrutural: o que não existe não vaza.

    O texto reconhecido é cifrado com a chave da sua conta, como o resto do conteúdo clínico. Ele fica preso àquela sessão, e some com ela.

  3. 03

    Do texto sai um rascunho, não uma evolução

    A partir do texto, o sistema propõe um rascunho de evolução: o que foi trazido, o que foi observado, o que foi combinado. É uma sugestão de redação a partir do que foi dito — não uma interpretação, e não um diagnóstico.

    O rascunho nasce marcado como rascunho e NÃO entra no prontuário. Ele só se torna registro quando você lê, corrige e assina. A distinção não é formalidade: a evolução é documento pelo qual você responde, e nada que uma máquina escreveu deve virar seu registro sem passar pelos seus olhos.

    Se o rascunho não servir, você o descarta e escreve do zero — o texto da sessão continua ali para consultar.

  4. 04

    Falha do reconhecimento não perde a sessão

    Se o reconhecimento falhar — conexão ruim, áudio inaudível, serviço fora do ar —, a sessão continua normal e você escreve a evolução como sempre. O recurso é um atalho, e atalho que quebra não pode levar o caminho principal com ele.

Limites

O que esta funcionalidade não faz

Nada aqui está escondido em nota de rodapé. Se algum destes pontos for requisito para você, considere-o ausente e decida com essa informação.

  • Não grava áudio nem vídeo

    Não é uma configuração que se possa ligar: o produto não tem armazenamento de mídia de sessão. Quem precisa de gravação para supervisão ou pesquisa precisa de outra ferramenta, com o consentimento próprio que isso exige.

  • Não escreve a evolução por você

    O que sai é rascunho, sempre marcado como tal, e ele nunca entra no prontuário sozinho. A assinatura é sua, e o texto que ela assina precisa ter passado pela sua revisão.

  • Não separa quem falou o quê com garantia

    O reconhecimento não identifica falantes de forma confiável em conversa cruzada. Em atendimento de casal ou família, espere um texto corrido — útil para consultar, insuficiente para atribuir fala.

  • Não funciona bem em qualquer condição

    Sala com eco, microfone distante e fala sobreposta degradam o reconhecimento. O texto sai com erro, e erro no texto vira erro no rascunho — que é uma das razões de a revisão ser obrigatória.

Perguntas frequentes

O que costumam perguntar

O áudio da minha sessão fica guardado em algum lugar?
Não. Não existe arquivo de áudio ou vídeo em nenhum ponto do sistema, e não há botão que crie um. O que é guardado é o texto reconhecido, cifrado com a chave da sua conta.
Preciso avisar o paciente?
Mais que avisar: precisa autorizar. A transcrição só começa depois da autorização, que é registrada naquela sessão com data e hora. Sem ela, o recurso não liga.
O rascunho entra no prontuário automaticamente?
Nunca. Ele nasce como rascunho e só vira registro quando você lê, corrige e assina. Se não servir, descarte — o texto da sessão continua disponível para consulta.
Funciona em teleconsulta?
Sim, e a autorização segue sendo por sessão. A qualidade depende do áudio de quem fala, como em qualquer reconhecimento.
Isso é uma IA lendo meu prontuário?
Não. O que é processado é o texto daquela sessão, para propor a redação do rascunho dela. O histórico do paciente não é enviado, e o conteúdo não é usado para treinar modelo nenhum.

Comece grátis e teste com a sua própria semana.

Quatorze dias completos, sem cartão de crédito e sem ligação de vendedor. Se não servir, você exporta o que registrou e vai embora com os seus dados.

Outras funcionalidades